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Não é blog. É um índice de fontes primárias, com link direto, para quem precisa conferir antes de decidir.
Artigos publicados
Todo o conteúdo completo do portal até agora, agrupado por pilar. A lista cresce sozinha a cada novo artigo publicado.
Fundamentos
- 01 O que é Beef on Dairy e por que o modelo americano não se transplantaO programa que serve de referência mundial foi desenhado para uma vaca que o Brasil quase não tem. O que dá para importar é o mecanismo — não a receita.
- 02 Cruzamento terminal, dupla aptidão e cruzamento industrial: três coisas diferentesÉ o erro conceitual mais comum do setor, e ele custa caro: cada um desses arranjos tem um destino diferente para a fêmea, e é a fêmea que define o que você está realmente fazendo.
- 03 Heterose explicada para quem vai decidir, não para quem vai publicarUma fórmula de uma linha resolve 90% das dúvidas sobre cruzamento. E o erro mais comum do setor é confundir heterose com uniformidade — que são coisas diferentes e frequentemente opostas.
- 04 Por que o bezerro macho leiteiro virou passivo no BrasilMetade dos nascimentos de um rebanho leiteiro é macho. Em Castro, no Paraná, o bezerro Holandês chegou a ser vendido ao nascer por R$ 10,00. Este artigo explica como se chegou nisso.
- 05 Os selos que já existem: Angus on Dairy e Canchim on DairyO Brasil tem dois selos para cruzamento em rebanho leiteiro, ambos com menos de dois anos. Um deles não foi feito para a sua vaca. Nenhum dos dois publicou dados de progênie ainda.
Acasalamento
- 06 Qual touro para qual vaca: a matriz de decisãoA escolha do touro de corte para o rebanho leiteiro não é uma disputa entre raças. É uma decisão com três variáveis, e a resposta muda para cada vaca da mesma fazenda.
- 07 Uniformidade e heterose puxam para lados opostosNão existe touro que entregue as duas coisas ao mesmo tempo. O eixo que as separa é simples e ninguém explica: se o touro é puro ou composto.
- 08 A base zebuína importa: Gir, Guzerá e Sindi não são intercambiáveisMetade da vaca vem do lado zebuíno, e as três raças leiteiras entregam coisas diferentes. A escolha muda o leite, a carcaça e o sistema em que o animal funciona.
- 10 Absorção, rotação alternada e composto fixado: três destinos para o mesmo rebanhoVocê não escolhe só o touro deste ano. Escolhe para onde o rebanho caminha — e a diferença entre esses três caminhos é toda a heterose que sobra no fim.
- 12 As linhagens do Simental: o que cada currículo entregaFleckvieh, Montbéliarde, Simental Brasileiro. São a mesma raça para efeito de heterose e currículos opostos para efeito de decisão — e não dá para invocar os dois no mesmo acasalamento.
A fêmea
- 13 A cruza que não descarta a fêmeaO Beef on Dairy resolve o problema do bezerro macho criando outro: a bezerra que nasce sem destino. Touros de dupla aptidão mudam essa conta — e cobram um preço que precisa estar na mesa.
- 17 Cruzamento e estresse térmicoVacas ½, ¾ e 7/8 Holandês-Zebu entram em estresse térmico em pontos diferentes da escala. A diferença é pequena no papel e grande no calendário — e é ela que decide quantas vacas você descarta sem querer.
Fontes externas
Sumários de touros
Avaliações genéticas das associações de raça e das centrais de sêmen usadas nas recomendações do portal.
Links em compilação
Normas e portarias
Rastreabilidade, tipificação de carcaça e registro genealógico: o texto oficial, sem paráfrase.
Links em compilação
Embrapa e instituições de pesquisa
Publicações sobre cruzamento, tolerância ao calor e sistemas de produção no Brasil Central.
Links em compilação
Estudos citados
Artigos científicos referenciados nos textos, com link direto para a fonte.
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